terça-feira, 28 de setembro de 2010

O politizado, o religioso e o torcedor do Corinthians

É difícil, viu!

Há três categorias de pessoas que acho insuportáveis: o politizado, o religioso e o torcedor do Corinthians.

Tente conversar por cinco minutos com essas pessoas sem falar sobre os assuntos que mais lhes interessam: política, religião e Corinthians. É praticamente impossível.

Geralmente, essas pessoas não querem conversa. A missão delas no mundo é converter o outro, vociferando sem parar um punhado de argumentos “infalíveis” em defesa de suas ideias fixas.

A menos de uma semana do primeiro embate, nas urnas, entre os presidenciáveis, os politizados estão de “periquitas acesas”.

O momento é deles. Época de eleição, para quem ainda acredita em “políticas públicas”, é como Copa do Mundo para quem ainda acredita na “pátria de chuteiras”.

Durante os debates e comícios, os politizados vestem a camisa, pintam-se de verde e amarelo, vibram com cada promessa indevida e/ou delirante do seu candidato preferido.

No Twitter, é um tal de Dilma pra cá, Marina pra lá e o Serra... Bem, o Serra parece que nem existe...

O religioso age da mesma maneira em sua “paixão por Cristo”. Assim como o corintiano, que acha o seu time, mesmo na segunda divisão, “o melhor do mundo”.

Em comum, essas pessoas têm a chatice como principal característica de suas personalidades. Sofrem de uma espécie de transtorno obsessivo-compulsivo que as fazem tagarelar suas convicções ideológicas, religiosas e futebolísticas por horas a fio. E ai daqueles que não as ouvirem com a devida atenção!

Ainda bem que sou imune a esse “monólogo dos birutas”. Não tenho convicção nenhuma e não estou nem aí para o que vai acontecer no dia 3 de outubro.

Prefiro vagabundear pelo mundo. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário