terça-feira, 21 de setembro de 2010

Por que me arrasto aos seus pés?

Toda mulher adora ver um homem de D4

Ei, cabra-macho, aposto que você já se desmantelou por uma bela sirigaita. Se sim, conhece bem o estrago que causa uma PAIXÃO VERDADEIRA. Por isso, bote o rabinho entre as pernas e pare de maldizer a bundamolice do personagem do Tony Ramos em “Passione”. Bandida confessa, a fogosa Mariana Ximenez faz gato & sapato do coitado na trama do Silvio de Abreu. E as solteironas mal amadas logo vociferam: “Que pouca vergonha!” Pois é, dona Cajazeira, homem quando apaixona perde o juízo. Adoece de desejo. Ouça Roberto em momento DESABAFO e entenda a patologia: “Por que me arrasto aos seus pés?/ Por que me dou tanto assim?/ E por que não peço em troca/ Nada de volta pra mim?” Agora responda rápido, antes de borrar a maquiagem com lágrimas ressentidas: QUAL MULHER NÃO DESEJA SER AMADA ASSIM? Talvez Paris Hilton, que prefere a companhia dos paparazzi. Ou Dilma, mais preocupada em ajeitar os cabelos para o eleitorado. Deve haver outras. Executivas autossuficientes que gozam com o sabonete? Pode ser... Mas não se engane: a maioria do mulherio adora ver um homem D4.

Mulher é movida a vaidade. Se ninguém olha quando ela passa, ela passa mal. Se ninguém olha quando ela passa, ela injeta silicone nos peitos e acha que resolveu seu problema de autoestima. Bobagem. MULHER FELIZ É MULHER BEM AMADA. E mulher, quando sabe que é amada, sobe no salto, empina a bunda e caminha impávida pelas ruas... Ei, cabra-macho, vai deixar sua mulher caminhar impávida pelas ruas? Danou-se. PAIXÃO VIROU POSSESSÃO. Daí para virar Lindomar Castilho basta uma minissaia fora de lugar. Homem apaixonado Tipo 1: defende a honra na bala. Homem apaixonado Tipo 2: é igual Totó, o Tony Ramos atormentado, vivendo entre a dor e a delícia de ser UM HOMEM AFROUXADO PELA PAIXÃO. Sabe que ela não vale nada. Mas é incapaz de largar o osso (daí o nickname canino: Totó). Como ele, há muitos outros por aí. Duvida? Basta ir à delegacia mais próxima e verificar o índice de tragédias rodriguinianas registradas em noites quentes de verão. Paixão, quando pega pra valer, é um Deus-nos-Acuda. Deixa o homem abestalhado, sertanejado, cafona. PAIXÃO NÃO COMBINA COM ELEGÂNCIA. Estar apaixonado é quebrar pratos na parede, armar barraco em público ou gritar como Zizi: “Tirem essa mulher daqui! Ela é bêbada e perigosa!”. 

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