domingo, 3 de abril de 2011

A importação do ódio

Skinhead brasileiro é espécie de Bento Carneiro 

Ei, a Inglaterra, país onde surgiu esse movimento imbecil dos “cabeças raspadas”, não é aqui, não! Conforme-se: nós, brasileiros, não passamos de subdesenvolvidos terceiro-mundistas molambentos com sério risco de pegar dengue.

Reportagem da “Folha” deste domingo (3 de abril) apresenta um perfil detalhado dos skinheads brasileiros. É surreal pensar que, num país perdido nesta longínqua América do Sul, existam moleques que se acham “puros” e “arianos”.

Eis o perfil:

“Eles são jovens, com idades entre 16 e 28 anos. Têm ensino fundamental e médio. Pertencem, em sua maioria, às classes C e D. Usam coturnos com biqueiras de aço ou tênis de cano alto, jeans e camisetas. São brancos e pardos – negros, não. Cultuam Hitler, suásticas e o número 88. A oitava letra do alfabeto é o H; HH dá ‘Heil, Hitler’, a saudação dos nazistas. Consomem baldes de álcool. As outras drogas têm apenas uso marginal. Ostentam tatuagens enormes em que se leem ‘Ódio’, ‘Hate’ ou ‘Ame Odiar’. Odeiam gays e negros. São de direita. Gostam de bater, bater e bater. E de brigar”.

Em outras palavras: são quase burros, quase pobres, quase pretos. Mas pensam que são “escandinavos”. E o ódio a gays e negros, em muitos casos, é somente maneira de reprimir o desejo de ser “socado” por um negão. Devem sentir cócegas no orifício anal ao ouvir o pagodeiro cantar: “Lá vem o negão, cheio de paixão, te catar, te catar, te catar, te catar...”.

Skinhead brasileiro é espécie de Bento Carneiro, o vampiro jeca, morto de fome e bunda-mole criado pelo Chico Anísio.

São perigosos, claro, porque são capazes de matar (sempre em grupo, nunca sozinhos, né, covardes?). Mas são ridículos porque, como cantava Cazuza, não passam de “caboclos querendo ser ingleses”.

Ah, esses latino-americanos “pardos” metidos a skinhead... São tão mentalmente atrasados que até o seu ódio é importado.

5 comentários:

  1. amei seu blog gosot da forma com que vc comentas amei simples asimmm

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  2. Falou e disse. Tem muito mestiço classe média-baixa brownzileiro que acham que são "arianos". Na realidade, os coitados não conseguem traçar a família nem 150 anos, pelo menos. São mestiços "mais claros", que vivem em bairros pobres e cheio de pretos, ou seja, devem achar que são brancos pq convivem com pessoas de pele mais escura. Eu venho de uma família da Cornuália (sudoeste da Inglaterra) que não permite casamento interracial, no entanto, nós não possuímos estes comportamentos ridículos dos white pardos. Vadiam, enchem a cara, usam drogas... Certezaaaa que Hitler, europeu bem estudado, ficaria "orgulhoso" destes macacos.

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  3. é uma falta de conhecimento em relação a propria etnia, tambem uma forma de auto afirmação seguir
    um movimento violento e preconceituoso baseado
    numa ideologia fracassada que só resultou em mais
    dor e humilhação para o povo que a edificou.
    em fim conhecimento resolve tudo na minha opinião.

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  4. Nascer no país da miscigenação e se achar ariano é tenso mesmo,é bem a cara da juventude despolitizada do nosso país !!!

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  5. que bosta de blog,nao informa nada,somente critica.lixo.

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