quarta-feira, 13 de junho de 2012

alegre e divertido é a mãe!


Vou confessar uma coisa: não aguento mais ver drag queen em reportagens sobre o movimento LGBTT.

Ontem, o tema do programa “A Liga”, da Band, foi a Parada do Orgulho Gay de São Paulo, e lá estavam elas de novo: as drag queens. Nada contra as “meninas”, ok? Só que a comunidade gay é formada por uma diversidade imensa de pessoas. Por que a mídia insiste em mostrar apenas o seu lado carnavalesco e caricato? E até quando seremos identificados como “alegres e divertidos”?

Alegre e divertido é a mãe!

Outra confissão: tenho medo das bichas “pão com ovo”. Explico. Quem já foi à Parada e seguiu até o fim, até as praças escuras do centro da cidade, sabe. Ali, a Parada vira um trem fantasma. Bichas sem noção formam grupinhos para trepar em público. E o programa mostrou essa sucursal do inferno. Assustador!

Será que é isso que alguns militantes chamam de “ato a serviço de uma política da liberdade do corpo”? Olha, eu chamo de filme de terror mesmo. 

Pra finalizar, não entendo por que toda vez que o tema é a homossexualidade, convocam o Jair Bolsonaro para repetir as suas asneiras.

Sim, ele é contra os homossexuais. Mas, e daí? Dane-se o Bolsonaro! Ele que morra abraçado a sua estupidez! Esse senhor representa o que há de pior numa sociedade. É a personificação do atraso. Bolsonaro não é apenas homofóbico. É o típico machão à moda dos tiranos. Se tivesse tal poder, acho que exterminaria boa parte da humanidade.

Pra piorar, tem muita gente por aí que apoia o sujeito. Por isso, a educação é o único caminho possível para avançarmos. Quanto mais pessoas bem instruídas, menos "bolsonarossauros" surgirão das trevas para nos assombrar com a sua feiúra.     
    

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